Era uma vez três garotas que compartilhavam o mesmo sonho: Montar uma banda de rock (e é claro serem muito famosas, mas isso já é outra história). A Alta tinha um vasto conhecimento sobre bateria devido aos namoros com bateristas. Aproveitando o mais recente resolveu que ia aprender e tocar o instrumento. A Baixinha tinha uma predileção por baixo ( instrumento) e decidiu que seguiria por esse caminho. Conseguiu com um amigo e disse que posteriormente iria financiar o instrumento. A loira já tinha uma guitarra, sabia tocar e tinha em mente tudo que ia rolar. “Se não der certo a gente vai se divertir da mesma forma”, dizia sempre. E lá foram. Os “ensaios” eram realizados em um galpão onde a banda do baterista, namorado da Alta, se reunia. E lá iam, as Three King Girls todo domingo à tarde fazer um “barulho”. O namorado da Alta tinha uma paciência que ninguém conseguia explicar. Ele ensinava tudo pra namorada com carinho e devoção. Logo ela pegava as baquetas e jogava longe amaldiçoando aquela idéia maluca: “oras, não tenho dom pra coisa, eu gosto de bateristas e não bateria”, dizia. O sonho durou pouco... logo chegou a TPM para as três e decidiram que nunca mais se reuniriam, mas a amizade deveria prevalecer. A mais Alta se mudou da cidade e ainda mantêm contato com a Baixinha. A loira... nunca mais tiveram notícias, infelizmente! Mas... é o que sempre digo: “Esse mundo é muito louco”...
Pixies Gigantic And this I know his teeth as white as snow what a gas it was to see him walk her every day into a shady place with her lips she said she said
hey paul, hey paul, hey paul, let's have a ball [3x]
gigantic, gigantic, gigantic a big big love gigantic, gigantic, gigantic a big big love
lovely legs there are what a big black mask what a hunk of love walk her every day into a shady place he's like the dark, but I'd want him
hey paul, hey paul, hey paul, let's have a ball [3x]
gigantic, gigantic, gigantic a big big love gigantic, gigantic, gigantic a big big love gigantic, gigantic, gigantic a big big love gigantic, gigantic, gigantic a big big love Esse texto eu dedico para minha amiga, Sophia.
Escrito por Erika às 18h24
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Aiaiai, Javier Bardem... estou esperando o José da locadora me dar o poster do filme ONDE OS FRACOS NÃO TEM VEZ. O poster é enorme, nem sei onde vou colocar, mas o importante é que tem ele... aiaiai, Javier Bardem... Mas estou aqui pra falar sobre o filme que assisti essa semana com a Ritinha. VICK CRISTINA BARCELONA. Dessa vez Woody Allen "esqueceu" de Nova York. O filme, como está no próprio título, se passa em Barcelona e nos dá uma sensação deliciosa ao passar pelos pontos turísticos da cidade. Dá vontade de estar lá passando umas férias (com o Javier, é claro). Vick (Rebecca Hall) e Cristina(Scarlett Johansson) decidem passar as férias por lá e conhecem Juan(Javier Bardem, aiaiai), iniciando assim uma trilogia amorosa... bom, não posso esquecer da ex mulher do cara, Maria Elena (Penélope Cruz) que aparece e vira uma "bagunça" total nos sentimentos de Cristina. Ela, totalmente instável e se questionando sobre seus sentimentos (parece eu, oras ahahahah). Vick é totalmente racional, mas se depara em uma situação angustiante ao conhecer o cara. Pra mim, o filme teria que ter outro nome, mas Woody foca bem em duas personagens e claro, Barcelona. Amei o filme, claro, amo Woody Allen!
 E ainda me pergunto: "cadê a Vick?"
Escrito por Erika às 22h15
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Nasci em 1971. Gosto muito desta década. Com certeza herdei muita coisa dela. Esse meu jeitinho doce e despojado de ser tem tudo a ver com o movimento Hippie. Sempre fui muito ativa e a vida em família facilitava muito isso. Meu tio gostava muito de ouvir Bee Gees comigo e eu me apaixonei por cinema. Assisti clássicos como OS EMBALOS DE SÁBADO À NOITE e HAIR, ao lembrar disso fico emocionada, pois são os filmes que mais gosto. Minha capacidade de comunicação sempre foi espantosa. Assistia os telejornais com o mesmo entusiasmo que assistia JEANNIE É UM GÊNIO! Eu me relacionava muito bem com outras crianças, sempre fui muito, digamos, sociável. Mas o que eu mais gostava mesmo era de ficar conversando com meu pai sobre uma tal “Revolução de 64”. Queria saber e ler tudo sobre isso, meu pai viveu a época e acabei tendo vontade de ter nascido antes. Minha mãe é que sempre gostou muito de novelas, ela parece ser uma daquelas atrizes da década de 50, uns olhos azuis lindos. Sempre me pergunto porque não herdei isso dela. Quando tinha 13 anos tomei um grande susto com baratas escondidas em um vestido e nunca mais perdi o horror a esses bichinhos nojentos, só de lembrar... Socorro!!!!! Cresci me acostumando a ouvir rádio AM, meu pai era fascinado, deu pra perceber que curto meu pai pra caramba, né? Mas isso durou pouco, logo LED ZEPPELIN e BLACK SABBATH apareceram na minha vida e passei a viver num estilo mais rua... assim eu entrei na trilogia maléfica, que vocês devem saber qual é. Eu custei esperar os meus dezoito anos. Além de poder entrar em todos os lugares que tivesse vontade ainda pude fazer a minha plástica no nariz. Agora ninguém mais me chama de Bruxa. Demorei muito pra começar a trabalhar, então, a televisão era minha companheira mais fiel. Acordava ligava a TV e assistia TV MULHER ainda com a Marília Gabriela e Ala Szerman. Sempre me interessei por estética, ser bonita não é muito fácil e desde pequena percebi que, nós mulheres, precisamos de cuidados especiais. Tinha um interesse estranho por notícias sobre brigas e acidentes. Não só na TV. Minha avó vivia reclamando porque sempre que eu ia visitá-la e encontrava vizinhos brigando na casa ao lado eu subia no muro e ficava incentivando a briga. Década de 80, eu queria mais era saber de shows fora da cidade. Uberlândia sempre me estresssou muito, gosto de gente, multidão, movimento... Ia a todos os encontros dos Metaleiros e shows de Rock na Praça da Prefeitura. Escola? Ah, nunca fui muito chegada, não. Os professores geralmente são muito chatos e às vezes a minha hiperatividade não me permitia ficar em sala de aula. Quando completei 27 anos decidi que iria estudar Jornalismo. Minha tia Lau queria muito fazer esse curso, acabou fazendo Química e hoje não é muito feliz. Fiquei muito empolgada com tudo que ela falou sobre a profissão. Além disso a família toda percebia o quanto eu me comunicava bem. Eu sempre sabia de tudo antes de todos, dava as notícias em primeira mão, contava as fofocas das novelas... e dos vizinhos. Ah, estava lembrando de Jeannie, aconteceu algo muito engraçado comigo uma vez. Além de assistir ao seriado tinha que me vestir como ela. Saí andando pela casa perguntado a todos como eu estava. Subi na cadeira pra chamar a atenção, dei umas saltadinhas e fui fazer o gesto característico da geninha. Não percebi mas estava muito próxima da parede... bati com a cabeça na mesma... desde então me contentei apenas em assistir ao programa. Desde tempo pra cá acho que não cresci muito. Vivem me chamando de Bebê e não sei por que. Lembro que gostava muito também da Vila Sésamo, mas não peguei muito dessa época, não. Um dia quero ir pra Itália conhecer a terra dos meus avós. Me mostraram muitos documentários e fiquei apaixonada pelo lugar. Pra mim, a comunicação serve pra esse tipo de coisa mesmo, aproximar as pessoas e colocar perto de onde quererm ir sem alienar. Mostrar perspectivas e motivações diferentes. O que aconteceu pelo meu interesse pelo Militarismo? Continuou a crescer. Já me chamaram de autoritária e tudo mais porque nas reuniões das crianças do colégio que aconteciam no intervalo, eu sempre escolhia o que íamos ver e ouvir. As outras crianças queriam ver coisas muito bobas, tipo, Clube da Criança. Eu preferia os documentários e telejornais. Ah, eu fazia também uma versão feminina do Chacrinha. Ninguém ia pro trono e todo mundo levava bacalhau. Às vezes ainda me pergunto se eu fui uma criança, assim, não diria má, mas um pouco injusta com as outras... Deve ser o espírito dos anos setenta, eu deveria ter nascido antes, bem antes... sei lá, ainda não me conformo até hoje por não estar presente no Woodstock em 69. eu tinha que estar lá... Bem, mas nem toda vida é perfeita, nem mesmo a minha.
Escrito por Erika às 14h23
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Bom, pra quem já me conhece há algum tempo sabe que sou fã incondicional de Stephen King.
Semana passada fui ao cinema com o Júlio e assistimos o tão esperado O NEVOEIRO (The Mist).
Eu sempre fui meio “assim” com os filmes dele. Todos eu preferi antes ler o livro, mas dessa vez confesso que me desesperei e fui ver o filme antes de ler.
Me surpreendi muito, pois sempre mantive o pé atrás com os filmes.
Era de se esperar algo excelente mesmo, pois o diretor e roteirista é ninguém menos que Frank Darabont, o mesmo de UM SONHO DE LIBERDADE e À ESPERA DE UM MILAGRE.
Pra quem não assistiu, não vou estragar a surpresa, principalmente do final! King é... cruel, eu diria! huahuahuahuah Vale a pena! Jú, estou esperando o livro!!!!!!!

Escrito por Erika às 12h57
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Esses dias alguém me disse que eu pareço muito a Patti Smith... Até fiquei feliz na hora, afinal, ela é considerada a "poetisa punk" da cena. Foi tudo em meados da década de 70 trazendo o lado feminista e intelectual para a cena Punk mundial. Mas... parecer fisicamente com ela? Sei lá...
Ah tá... o cabelo, é mesmo, tá igual! huahuahua
 A imagem é de um editorial da Vogue inspirado na cantora.
Escrito por Erika às 19h06
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FADE TO BLACK - METALLICA
Life it seems, will fade away Drifting further every day Getting lost within myself Nothing matters no one else I have lost the will to live Simply nothing more to give There is nothing more for me Need the end to set me free Things not what they used to be Missing one inside of me Deathly lost, this can't be real Cannot stand this Hell I feel Emptiness is filling me To the point of agony Growing darkness taking dawn I was me, but now he's gone No one but me can save myself, but it's too late Now I can't think, think why I should even try Yesterday seems as though it never existed Death Greets me warm, now I will just say goodbye

Escrito por Erika às 19h00
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Entrei no Youtube pra ver uns vídeos do AC/DC e me deparei com Live 1977 Bon Scott "Let There Be Rock".
Lembro quando conheci Alex, exatamente em 1986. Um carinha que se tornou meu amigo facilmente. Fã incondicional de AC/DC, tinha orgulho de falar que seu nome completo era uma homenagem ao grupo: Alexssando Cruz De Carvalho (veja bem as iniciais eheheheh).
Eu adoro AC/DC também, mas fã igual a ele, nunca vi ninguém ainda.
A última vez que o vi foi em um show em Uberlândia, há mais ou menos 3 anos. Um pouco careca e com uns quilinhos a mais. Bem diferente daquele carinha esquelético que conheci, mas o mesmo Alex risonho e fã de AC/DC, como sempre...
Infelizmente perdi contato com ele, como também com vários amigos da minha “época”, mas...
Bom, nem preciso dizer que acho Bon Scott um cara sexy, né?
Pra conferir: http://www.youtube.com/watch?v=Tb2qQ-yuq6c&feature=related
Com uma boa depilada nesse peito, eu encarava! ahahahahah
Escrito por Erika às 09h00
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 Olha aí, essa sou eu na visão do meu amigo Maurício! Mauuuuu, adorei! Bjos...
Escrito por Erika às 20h45
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 Ganhei esse filme da amiga Cristiane. Adorei, claro! Ainda não li o livro, mas com certeza os contos devem ser assustadores como só o mestre King sabe fazer.
Escrito por Erika às 10h39
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Estava fazendo as contas e conheço o Maurício há mais de 15 anos.
Tudo começou quando estava num barzinho e ele chegou me oferecendo uma fita (sim, uma fita K7) demo da sua banda, na época o Krofader. Eu tinha alguns contatos e divulgava demos das bandas locais para outras cidades através de cartas, mandava release e todo material. Bom, essa fita K7 não saiu das minhas mãos, gostei tanto do som da banda que queria fazer uma cópia. Fiquei enrolando, enrolando... e acabou que a banda nem foi divulgada por mim. (desculpe, Mau)
Os anos passaram, nossa amizade foi crescendo e tínhamos contato sempre através dos shows. E ele sempre perguntava: “E a fita demo da banda, Érika?” . “Ah, ta lá comigo, logo vou te entregar”. O fato é que eu nunca quis mesmo entregar essa fita pra ele, ficava até com medo de perder contato, aquela fita era a garantia de um vínculo. Teve um caso com uma grande amiga, aliás, teve casos e mais casos com muitas amigas e conhecidas minhas. Maurício, Maurício... Depois de alguns anos o reencontro em Uberaba. É claro que teria que ser em mais um show, e foi. Rock Street. Eu estava namorando e fui acompanhar a banda do cara, mas o fato é que ELE estava lá. O Maurício estava lá com aquela cabeleira toda e batemos um longo papo e no meio dele veio a lembrança da tal fita. Dei a mesma desculpa de sempre: “Está lá em casa, Mau, mas vou te entregar.” Pra resumir e não virar um livro, casei, mudei pra Curitiba, separei e fiquei sabendo que ele está morando em Florianópolis.
Esses dias estava pensando... e não é que mantemos a mesma distância de antes? Puxa, esse mundo é mesmo muito louco! Bom, a fita continua em meu poder, só esperando pra ser entrega. Talvez ao som de RIDE ON - AC/DC... quem sabe... huahuahuahua Ainda te interessa essa fita, Mau? Vem pegar!
Esse show... Araxá... eu tava lá!
Escrito por Erika às 20h37
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Nem acreditei quando Mili me chamou pra ver Pantera cover no sábado.
Nunca fui fã de banda. Bom, gosto de alguns trabalhos, não sou daquelas fanáticas que tem cd's e camiseta dos caras. Curti alguma coisa na década de 90, quando começaram naquela fase Cowboys From Hell e Vulgar Display, nada mais. Parou por aí.
Mas mesmo assim arrisquei, apesar do frio.
Até que gostei da banda Rejection. Me lembrou bastante da fase mais antiga do Pantera. Hangar... curti o bar também, voltarei mais vezes! huahuahuahuahua
Escrito por Erika às 18h18
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 HERE I GO AGAIN
Minha nossa, ele estará no Brasil de volta!!! David Covardale é mais conhecido por ter substituído Ian Gillan nos vocais do Deep Purple no início da década de 70. Em 1976, criou a banda Withesnake e em 1978 lançou seu primeiro álbum de estréia, Snakebi. No mesmo ano, com John Lord nos teclados, saiu do forno Trouble". Com isso David Coverdale já ditou: Hard Rock na veia. Com a banda ou seguindo carreira solo não há dúvidas que seu vocal se destaca entre vários no cenário Rock.
Formação atual: David Coverdale - Vocals Doug Aldrich - Guitar Reb Beach - Guitar Timothy Drury - Keyboards Uriah Duffy - Bass Chris Frazier – Drums
Em Maio de 2008, a banda se prepara para uma turnê no Brasil, com 5 datas confirmadas: Manaus - 03/05 Belo Horizonte - 06/05 Rio de Janeiro - 07/05 São Paulo - 09/05 Curitiba - 10/05 (Fui em 2005 e com certeza estarei nesse) Porto Alegre - 11/05
Escrito por Erika às 20h29
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Júlio me chamou na sala ontem pra ver um filme e me deparo com O BEBÊ DE ROSEMARY. Mais uma vez? Perdi as contas de quantas vezes já assisti, mas... sempre assisto novamente. Toda vez que vejo esse filme lembro do fato que ocorreu no final dos anos 60. Sharon Tate (modelo, linda e grávida de 8 meses de seu marido Roman Polanski) e mais três amigos foram brutalmente assassinados dentro de sua própria casa em Los Angeles por um grupo de loucos liderados pelo hippie psicopata Charles Manson. Roman Polanski, na época estava na Europa produzindo um filme.
Rosemary (Mia Farrow) e Guy (John Cassavetes) recém casados se mudam para um apartamento num edifício no centro de Nova Iorque. Logo conhecem um casal simpático de vizinhos que estão sempre por perto. Mal sabe Rosemary que seu marido se envolveu com Magia Negra para conseguir algo na carreira com sucesso. O preço? O filho que Rosemary carrega na barriga nada mais é que o próprio filho do Demo! E é aí que é travada uma luta para que ela tente salvar seu bebê dos vizinhos. Suspense intenso utilizando todos os recursos da época. Ruth Gordon ganhou o Oscar de melhor atriz coadjuvante e também o Globo de Ouro.

Ainda quero ler o livro...
Escrito por Erika às 19h59
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Depois de quase um ano... Retornando... Agora apaixonada pelo Quorthon. Diz meu amigo Mau (Krofader) que só apaixono por gente morta! ahahahah Mas vai aí minha homenagem ao Bathory!

Escrito por Erika às 19h11
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Comecei a gostar do Christian Bale há muito e muito tempo... puts, nem lembro mais. Faz mais de 15 ano que vi IMPÉRIO DO SOL e fiquei fã daquele garotinho que sofreu pra caramba, até chorei na época (normal eheheh) O tempo passou e ele cresceu, e como cresceu, nossa! Vi BATMAN e pensei: "Conheço esse cara de algum lugar. Caramba, essa boca ninguém tem igual, é o cara!" Fiquei pasma, como ele ficou lindo! AAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHH Depois só confirmei em O PSICOPATA AMERICANO e O OPERÁRIO. Nesses dois filmes o cara dá um show de interpretação! Estou louca pra ver O NOVO MUNDO e O GRANDE TRUQUE.

Escrito por Erika às 10h34
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